Seus relacionamentos já terminaram por carta, entregue no recreio.
Por telefone, por email.
Num lugar super romântico, achando que não ia terminar.
Não gostando mais, ou melhor, não suportando mais.
Amando loucamente.
Sem saber se era o melhor.
Por amor próprio e por falta dele.
Porque ele era imaturo.
Porque ela era infantil.
Por infidelidade.
E finalmente chegou o tempo em que isso não importava mais.
Estava madura, segura e inteira.
Sem pressa, sem anseios, sem projeções frustrantes no outro. De verdade, agora.
E então, começou o mais longo relacionamento de todos. Que terminou, mas do jeito que todo casamento deveria terminar.
* Baseado em fatos irreais
** To be continued
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3 de ago. de 2010
26 de jun. de 2010
34
Subiu no ônibus e deu bom dia pro motorista como de costume. Atrapalhado com o trânsito ele não respondeu. Seguiu em direção ao trocador e lhe sorriu um bom dia amoroso que foi ignorado.
Acabou sentando-se contrariada, pensando na vida daquela pessoa. Devia estar ali trabalhando desde cedo, por um salário ínfimo. Mas se encontrou durante a vida tantos trocadores simpáticos, aquilo não devia bastar como desculpa para mau humor.
Pensou então que poderia ser problemas em casa, mas quem não os tem?
No final das contas, ficou quieta, imaginado como seria puxar assunto, dar um pouco de atenção pra ele. Dizer: "ponha um sorriso no rosto, meu rapaz!".
Ela mesma sempre se animava quando alguém lhe sorria pelo caminho. Mas como não era muito de tirar as idéias da imaginação, abriu a bolsa e pegou um livro pra ler.
* Baseado em fatos irreais
** To be continued
Acabou sentando-se contrariada, pensando na vida daquela pessoa. Devia estar ali trabalhando desde cedo, por um salário ínfimo. Mas se encontrou durante a vida tantos trocadores simpáticos, aquilo não devia bastar como desculpa para mau humor.
Pensou então que poderia ser problemas em casa, mas quem não os tem?
No final das contas, ficou quieta, imaginado como seria puxar assunto, dar um pouco de atenção pra ele. Dizer: "ponha um sorriso no rosto, meu rapaz!".
Ela mesma sempre se animava quando alguém lhe sorria pelo caminho. Mas como não era muito de tirar as idéias da imaginação, abriu a bolsa e pegou um livro pra ler.
* Baseado em fatos irreais
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