8 de jun de 2010

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Fez o caminho que normalmente faria de ônibus, a pé. Estava sem pressa, apesar de não estar bem disposta. Partiu do princípio que seria uma pequena caminhada e poderia desfrutar do exercício.
Era nova ali e por isso apreciou cada detalhe do trajeto. As pessoas nas ruas, as lojinhas, restaurantes que gostaria de ir alguma hora... Era muito diferente aquele lugar. Tinha uma energia, uma simbiose própria. E agora, ela tinha que arrumar um jeito de se encaixar ali, de fazer daquele lugar, o seu lugar. Não que isso fosse dar trabalho, porque ela estava encantada e sempre quis saber como era ser dali. Sempre passava de ônibus naquela rua movimentada e imagina como era seu cotidiano. Pronto, agora ela sabia e estava feliz por isso.

* Baseado em fatos irreais
** To be continued

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